sexta-feira, 15 de abril de 2011


Você estava encostado na cerca, de costas para o sol, na sua pose de bad boy. O sol batia em seus cabelos criando reflexos dourados. Você estava sorrindo. Aquele sorriso que estava em meus sonhos, aquele sorriso me fazia delirar. E você estava me olhando. Seus olhos estavam me encarando como se dissessem "Venha até aqui". E eu fui, claro que fui. Quando me aproximei de você, nenhum dos dois disse nada. Eu não consegui dizer nada. Você continuava sorrindo, e lentamente, eu sorri também. Então você me abraçou, e foi como se tudo se encaixasse. Aí você sussurrou na minha orelha: "Estava esperando você chegar". E eu me senti nas nuvens.

quarta-feira, 13 de abril de 2011


A única coisa que preciso é de ti ao meu lado, suas mãos, suas mãos; Teu toque, a paciência que tem comigo, e, ao ouvir soar minha voz melosa ao pé de seu ouvido, não preciso de mais nada, a não ser você, só você. Aqui. Comigo.

(Ruth Oliveira)

Ouvia tua respiração ofegante, sentia o calor do teu corpo rente ao meu, sentia as voltas que dava ás curvas de meu corpo, até seu sorriso malicioso me fascinava, o toque dos seus dedos em cada parte de meu corpo. Eu amo teus dedos.

(Ruth Oliveira)

Quando for vir avise, para que eu possa preparar-me para você. Sabe como? Contando os minutos.

(Ruth Oliveira)

Por que faz isso comigo? Fico doida. Doida só de ouvir tua voz, só de ler teu nome em algum lugar. Fico doida. Sem interrupções. Fico doida.

(Ruth Oliveira)

Não consigo parar de me apaixonar por ti. A cada dia me apaixono um pouco. Pouco? Mais. Mais. Bem mais. Muito mais. Aliás, vou-me.

(Ruth Oliveira)


Meu bem, és tão estúpido. E tão lindo também. O que fazes? És tão palhaço, tão ridículo. Tão carinhoso, tão cretino. Não fuja de novo.

(Ruth Oliveira)

Pensei. Sinceramente pensei que não voltaria mais. Eu pensei. E eu estava errada. E em um domingo de céu azul, bem azul. Azul demais. Para minha alegria, você voltara, e, trazia consigo o sorriso que eu havia deixado com você. Meu bem.

(Ruth Oliveira)