segunda-feira, 31 de outubro de 2011

“Não se atrevia mais a explicar o que estava sentindo, ninguém a entendia, ninguém a compreendia, tudo era para dramatizar, apenas. Ela desistiu.“

domingo, 3 de julho de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

 Gosto de te ver sorrir, gosto de te ver corar, gosto de te ver. Só você, não precisa sorrir nem corar, pode vir com cinco pedras na mão, pode vir me tacar chinelos também, não me importo. Com tanto que venha, venha á mim, venha por completo, mesmo que não esteja totalmente completo, mas venha, venha com todo ódio possível, eu gosto. Mas venha, venha quando quiser, venha mesmo. Vem? Vem por mim, hey garoto, sabe o quão apertadinhos são os seus olhos?

( Ruth Oliveira)

sexta-feira, 15 de abril de 2011


Você estava encostado na cerca, de costas para o sol, na sua pose de bad boy. O sol batia em seus cabelos criando reflexos dourados. Você estava sorrindo. Aquele sorriso que estava em meus sonhos, aquele sorriso me fazia delirar. E você estava me olhando. Seus olhos estavam me encarando como se dissessem "Venha até aqui". E eu fui, claro que fui. Quando me aproximei de você, nenhum dos dois disse nada. Eu não consegui dizer nada. Você continuava sorrindo, e lentamente, eu sorri também. Então você me abraçou, e foi como se tudo se encaixasse. Aí você sussurrou na minha orelha: "Estava esperando você chegar". E eu me senti nas nuvens.

quarta-feira, 13 de abril de 2011


A única coisa que preciso é de ti ao meu lado, suas mãos, suas mãos; Teu toque, a paciência que tem comigo, e, ao ouvir soar minha voz melosa ao pé de seu ouvido, não preciso de mais nada, a não ser você, só você. Aqui. Comigo.

(Ruth Oliveira)

Ouvia tua respiração ofegante, sentia o calor do teu corpo rente ao meu, sentia as voltas que dava ás curvas de meu corpo, até seu sorriso malicioso me fascinava, o toque dos seus dedos em cada parte de meu corpo. Eu amo teus dedos.

(Ruth Oliveira)

Quando for vir avise, para que eu possa preparar-me para você. Sabe como? Contando os minutos.

(Ruth Oliveira)

Por que faz isso comigo? Fico doida. Doida só de ouvir tua voz, só de ler teu nome em algum lugar. Fico doida. Sem interrupções. Fico doida.

(Ruth Oliveira)

Não consigo parar de me apaixonar por ti. A cada dia me apaixono um pouco. Pouco? Mais. Mais. Bem mais. Muito mais. Aliás, vou-me.

(Ruth Oliveira)


Meu bem, és tão estúpido. E tão lindo também. O que fazes? És tão palhaço, tão ridículo. Tão carinhoso, tão cretino. Não fuja de novo.

(Ruth Oliveira)

Pensei. Sinceramente pensei que não voltaria mais. Eu pensei. E eu estava errada. E em um domingo de céu azul, bem azul. Azul demais. Para minha alegria, você voltara, e, trazia consigo o sorriso que eu havia deixado com você. Meu bem.

(Ruth Oliveira)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ela não era sempre assim, não era de tamanha esperteza e tal conhecimento, era uma criança observadora, era sensível, recatada, chorava pelos cantos. Com o passar do tempo melhorou, um dia encontrei-me  com ela. Na casa de sua mãe, uma boa e velha amiga em que eu confiava minha vida. Chorava. No corredor da casa de sua mãe, uma mansão na verdade, diferente de sua casa, simples, com cadeira na calçada. Me perguntei se devia ou não falar com ela, afinal ela estava chorando, talvez precisasse de um consolo. Perguntei para ela, porque chorava. Ela disse que sua mãe nunca havia a compreendido, que sempre foi assim por toda sua vida, dizia que isso vinha de infância, que ela nunca parou pra conversar com a filha, e quando mais velha muito menos, cada uma tomou seu caminho, Elena casou-se. Com seu marido Sam, diretor de finanças da empresa de onde seu pai é dono. Tem 2 filhos, Joe e Sara. Perguntei para Elena se não a acalmaria lembrar de seus dois filhos. Ela disse que sim, e que não queria que seus filhos a vissem chorar, podiam sentir o mesmo sentimento vindo dela, e ela não queria que eles passassem pelo que ela tinha passado, era um sentimento muito amargo, disse Elena. Não duvidei dela. Elena me deixou seu número, caso depois quisesse ligar para saber notícias. Liguei duas semanas mais tarde, a empregada da casa antedera. Perguntei por Elena e o marido. Ela disse que estavam na piscina, fiquei feliz. Pedi pra chamá-la. Elena veio depressa, senti o ar de felicidade em sua respiração, senti que sorria. Estava bastante contente e perguntou se eu não podia ir à sua casa e tomar um chá com ela. Eu disse que sim, claro. Não iria recusar. Um chá de domingo, em uma família tradicional, mas era na casa de Elena, muito diferente da de sua mãe, Helga. Elena morava na praia, sua empregada trabalhou por anos para ela, foi sua babá. Sua casa tinha móveis rústicos, e era aconchegante, tinha uma lareira e coisas para acampar no quintal. Fui entrando á sua casa, fui recebida na piscina com um tremendo banho, que Joe pulara na piscina e me molhou inteira. Todos caíram na gargalhada. Depois disso me deu uma vontade de pular na piscina, fazia muitos anos que eu não experimentava tamanho lazer. Pulei de roupa e tudo, afinal, era uma ocasião especial. Elena estava feliz com Sam e as crianças, ele tirou férias e estava dando mais atenção à sua família, andava menos estressado, cuidava mais dos filhos e atendia as vontades de Elena. Quando estava na piscina me veio uma recordação muito idêntica, não lembrava disso há anos, há muito tempo não pensava no meu passado. Me lembrei do meu primeiro amor, com quem eu me casei, e tive meu primeiro filho. Taylor. Phillip era o meu marido, meu amor. Era possessivo, era rude, frio, bruto, os piores defeitos, Phillip tinha. Mas eu o amava daquele jeito. Com o passar dos anos meu casamento foi se desgastando, minha família não era mais a mesma e, eu desconfiava que Phillip tinha outra família, nos separamos tempo depois, uma separação conturbada, Phillip me ameaçava, não receei, e acabamos com tudo. Meu filho tomou um rumo muito diferente, que jamais poderia imaginar que um filho meu poderia tomar. Meu filho foi entregue ao mundo das drogas, Taylor era um garoto agitado, com pressa pra tudo. Quando menos esperei meu Taylor não estava mais em minha casa, morava sozinho em um velho cortiço. Não conseguia localizá-lo muito bem, ele não queria mais manter contato com a família, só sabia onde Taylor estava por causa de seu primo Julio, que me contava tudo, Taylor confiava tudo ao primo, mas ele precisava me contar. Taylor comprava drogas, na maioria das vezes não podia pagar e, devia tudo aos traficantes, sempre dava algum jeito de pagar, quando ia á casa de Julio, roubava de sua tia, Alice. Pagava, comprava mais, e ficava devendo de novo. Mas chegou um dia que ninguém queria mais saber de dívida. Meu filho foi morto, por tiros e depois foi esquartejado em 2 de fevereiro de 1994, tinha tanta vida. Dali pra cá eu não consegui mais retomar minha vida de antes. Pra mim tudo ficou mais sério, justo, democrático. Depois veio tudo a minha mente, e eu chorei, Elena me acalmou. Contei a minha história, e a de meu filho pra ela e para Sam. Eles se emocionaram também, e disseram que sempre Deus sabe o que faz, eu acredito. Eu acredito em Deus, pode ser uma situação irreparável, mas coisas melhores virão, eu sei. Paramos de chorar. Saí da piscina, coloquei uma roupa de Elena, na verdade era uma camisola velha de sua mãe. À noite tomamos uma sopa bem quente, talvez estivesse fervendo, pois queimara meus lábios, enquanto o pestinha do Joe ria sem parar. Acabei dormindo na casa de Elena, como já estava muito tarde para ir à minha casa, dormi cedo, estava cansada, me deitei. Onde tive um pesadelo, Phillip voltava á minha casa e tentava me matar, tinha uma faca em mãos, eu me desesperava mas não havia ninguém em casa. A faca vinha em direção ao meu peito, e eu acordei. Não consegui dormir mais, tirei um terço de minha bolsa, acendi uma vela e comecei a rezar. Depois consegui pregar os olhos por poucas horas, contei o pesadelo para Elena e Sam. Ficaram assustados. Após o café da manhã, fui para minha casa, onde fiquei pensando o dia inteiro no pesadelo com Phillip, fiquei pensativa. Minutos depois o telefone toca e ouço uma voz irreconhecível e muito grave. Era Phillip, avisando que viria a minha casa e que eu preparasse tudo para sua vinda. Discordei. Phillip me ameaçou e disse que se não me desse o que queria iria me matar. Phillip queria dinheiro, mas eu não iria conseguir uma quantia tal alta em tão pouco tempo. Então decidi ir à casa de Elena, ele nunca iria saber que eu estaria lá. Desliguei meu celular e não tive mais notícias de Phillip depois daquilo. Mas eu tenho intuição de que alguma coisa ruim vai acontecer. É como se... Phillip irá voltar.

(Ruth Oliveira)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Todos os dias na mesma hora ele aparece na janela. Mora no terceiro andar no prédio vizinho ao meu. Fuma. Tem sempre um cigarro nas mãos mas curioso, nunca fuma até o fim, dá umas poucas tragadas e o joga fora como se não pudesse esperar, como se tivesse coisas importantes para fazer. Parece ansioso. Conversa sozinho, bem, não tenho certeza, talvez haja alguém no apartamento com ele, mas não, ele me parece solitário e fala de fora pra dentro como se estivesse tentando entender algo e não de dentro pra fora como se quisesse explicar algo, então digamos que sim, que converse sozinho. Nunca me viu, ele não olha para baixo, sempre olha em frente como se procurasse respostas, mas acho que não as encontra, porque sempre volta. Ele é magro, tem poucos cabelos, é alto, tem mais de cinqüenta anos e menos de sessenta, não sei exatamente, seus poucos cabelos são brancos, tem um jeito de cansado, de quem sofre, por abandono, quem sabe. Eu o vi sorrir uma única vez, deu uma tragada e fechou a janela. Continuei ali me perguntando por que ele riu, do que lembrou, talvez tenha lembrado-se de um grande e velho amor, sempre sorrimos ao lembrar de um grande e velho amor, sempre sorrimos ao lembrar de um amor. Me viu, mas não prestou atenção, logo desviou o olhar, saí dali pra que ele não percebesse que eu o observava, mas acho que pouco se importaria, mesmo assim não queria correr o risco de não tê-lo ali, pois já era parte de mim.Todos os dias ia na janela, sempre na mesma hora para vê-lo, queria saber se mudara, se deixara de fumar ou se, quem sabe, sorriria de novo. Era um sorriso bonito, sim, amarelado, por causa do cigarro tenho quase certeza, mas era bonito e pareceu-me muito sincero. Acho que ago lhe fizera bem de verdade algum dia. Hoje está triste, cansado. Não fuma. Fitou o nada por alguns minutos e foi embora, mas dessa vez não fechou a janela, esperei que voltasse, não demorou e voltou com um copo na mão, dentro dele havia uma bebida, não sei qual. Olhou para o copo, brindou com o nada e bebeu, logo depois limpou uma lágrima que mal chegara a sair dos olhos. Sim, agora tenho certeza, está triste. Eu também estou. Depois olhou pra mim, dessa vez me fitou, como se soubesse que sempre estivera ali a observá-lo, talvez soubesse e por isso aparecia todos os dias, me olhou como se quisesse perguntar por que eu estava ali, mas não perguntou. Seus olhos eram de uma melancolia desconcertante, a medida que me olhava crescia em mim uma dor por não poder fazer nada. Continuou a olhar pra mim, acenou, mas não sorriu, fechou a janela. Continuei ali por mais alguns minutos, agora era eu quem procurava respostas, não encontrei. NO dia seguinte quando acordei a primeira coisa que tive vontade de fazer foi ir a janela, mas seria inútil, estava cedo, ele não apareceria. Passaram-se as horas e fui, mas ele não apareceu, conferi a hora, ele estava atrasado, mas a janela continuou fechada.E assim permaneceu. Ele não apareceu nunca mais. Ainda venho aqui todos os dias, já faz dois anos desde que o vi pela última vez, talvez não apareça mais. Nunca soube o que houve, talvez nunca venha, a saber, nem sequer sei seu nome. Hoje me sinto triste, melhorei de vida, comprei um apartamento num bairro nobre, hoje é meu último dia aqui, queria de alguma forma homenageá-lo, mas não sei como, na verdade nem sei porque. Chorei, não sei se porque estava indo embora da minha casa ou porque agora acabariam minhas esperanças de um dia voltar a vê-lo.
Fui à janela e fiz uma oração, não lembro o que pedi, mas sei que falei com Deus, e talvez tenha pedido para encontrá-lo na rua qualquer dia desses. Fui embora, mas antes escrevi um bilhete:
Se ele aparecer na janela, naquela onde o sol bate quando são três da tarde me escreva, me ligue Preciso vê-lo. Obrigada.

Nunca ligaram e acho que Deus também não me ouviu.

(Isabela Prado)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Você se foi. Se foi e me deixou aqui sem uma mera explicação; Como se eu não fizesse sentido algum, como se eu nunca tivesse feito diferença alguma em sua vida. Te escrevia versos em pleno orvalho, mas eu sabia que você não voltaria e eu estava perdendo meu tempo com aqueles versos brancos que eu sujara de sangue ao chorar lembrando de você, de você e eu; E o que você havia me feito passar. Desde aquele domingo de sol e chuva em que você foi embora, eu não lembro mais do seu rosto, também não quero mais lembrar, estou feliz com o Sam e as crianças, não me faça lembrar.

(Ruth Oliveira)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Quando eu morrer não quero que me ponham roupas, nem porcaria nenhuma, nem quero as séries  completas de Two and a Half a Men no meu caixão; Não quero que escrevam "Saudades Eternas" nem essas grandes bobagens na minha lápide, não quero que caiam aos prantos, sabe, queria mesmo era gargalhadas; No meu enterro tocará Móveis Coloniais de Acaju, e todos usarão guarda-chuvas rosa. É, eu quero estar despida, afinal, para quê colocar roupas ali se tudo se transformará em pó depois? só gastando grana, qual é. Ah mãe, mãe; embrulha e manda tudo pro Lobão.

(Ruth Oliveira)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Perfeição, tá aí uma palavra que eu acho que não se encaixa em ser humano nenhum, só Deus, e aqueles por quem o gerou. Por aí tem muita gente entitulando-se perfeito, mas eu volto a dizer e afirmar aquilo que é tão clichê: Ninguém é perfeito! e ponto. Acho tão esnobe da parte do qual, acho mesmo.

(Ruth Oliveira)
Não me importo em viver em um mundo cor-de-rosa ou nude, só quero o fim da violência, e o começo de um novo mundo, mas parece que não é isso que espera as gerações futuras.

(Ruth Oliveira)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Minha verdadeira essência está por dentro, essa casca que ilude muita gente, essa casca dura, complexa e arrogante. É, meu caro, você ainda não conheceu minha verdadeira face, eu mostro pra poucos, só os que conseguem tirar; Se vai ser difícil? Quem sabe, talvez, você arranque tudo de mim, mas peço que deixe minha essência, gostará, talvez.

(Ruth Oliveira)
Você gostava, gostava dos meus beijos, agora não gosta mais, você deixou de gostar de mim, sequer gostou um dia, mas tudo se reverterá, sim, e eu odeio seus beijos.

(Ruth Oliveira)
Divina, você estava divina hoje. Foi o que ele disse. E eu bati a porta em sua cara.

(Ruth Oliveira)
                                                Você tentou me beijar, você tentou e eu resiti.
                           Porque aí eu iria querer te beijar todo dia, toda noite, aí eu iria querer casar com você.
                                            E isso me faria uma idiota, uma idiota, por favor, Vá embora. 

                                                                      (Ruth Oliveira)
Pintei meu cabelo de azul, pintei e sorri, como o descolorante faz efeito, pra nós fez efeito, quem sabe pra você fará... Tenta o rosa.

(Ruth Oliveira)
Joguei todas as minhas roupas pretas fora, isso, joguei-as pela janela, por mim, e por você, você reclamara sempre, e agora eu sou feliz, sou muito, por este simples fato, me entreguei de corpo e alma ao Amor, ao arco-íris.
(Ruth Oliveira)
O amor de alguém, faz-nos gostar, mesmo que não desde o princípio.
(Ruth Oliveira)
Você me fez muito mal, e agora quer voltar? Não, eu não acredito mais no amor, nem acredito mais em você, suma da minha vida, suma desta cidade, suma de tudo, e todos ao seu redor, Morra se quiser, eu não ligo.
(Ruth Oliveira)
Esqueça-me para sempre, como eu tentarei fazer, se um dia eu tiver uma recaída e ligar para você, desligue na minha cara, Eu não posso falar com você, não posso ouvir tua voz, nem o seu silêncio sequer. Pra mim é muito, não posso ouvir, pois aí eu irei me apaixonar por você novamente, e eu não quero isso, eu não suportaria a dor de novo.

(Ruth Oliveira)
Que tipo de amor é o nosso? Do tipo "Para Sempre"? Será que o nosso amor... (PAUSA), ainda é amor? Você não vem mais aos domingos à minha casa, você não me liga mais, não me manda mais emails, você sumiu como num passe de mágica, você sumiu e não terei mais contato com você, terei? É, acho que não terei uma resposta.

(Ruth Oliveira)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Coisa difícil é o tempo, difícil pra mim e ele, difícil pra nós. O tempo castiga-nos com a vontade e a saudade que eu tenho de seu beijo, ah que saudades. Preciso muito, eu quero muito que esse dia chegue, que nós possamos nos reencontrar e vivermos, voltarmos, a viver nossa linda história de amor, como nos filmes, como nas novelas, é cafona, mas é lindo, preciso disso, preciso muito de você.

(Ruth Oliveira)
Todas as pessoas tem sonhos, todas as pessoas mesmo, até as mais frias e calculistas. Particularmente meu sonho é ver a sociedade vivendo em paz, a sociedade justa e democrática, sem conflitos e sem guerras, em todo o mundo, eu queria que isso acontecesse, queria sim, queria muito, meu sonho. Meu sonho é ser livre, meu sonho é voar, um dia eu consigo.
(Ruth Oliveira)
Irmãs, irmãos, caralho. Uns podem ser bons, bons como o que, outros podem ser terríveis e maquiavélicos, é, nem sempre um irmão estará do lado seu quando você precisar, eles podem servir só para brigar, te dedurar, te transformar um saco de batatas, enfim, quando são mais novos podem ser infernais, mas pode-se afirmar que o amor é muito, mesmo com isso tudo, eu gosto.

(Ruth Oliveira)
Se eu fosse um garoto eu acho que conseguiria entender como é amar uma garota, eu juro que seria um homem melhor, eu a escutaria, porque eu sei como dói quando você perde o único que queria, porque ele diz que você
e tudo o que tinha começa a ser destruído.
 
(Tradução "If a were a Boy" - Beyoncé)